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Mulheres são maioria no ensino a distância

Você sabia que quase 70% de todos os alunos de cursos a distância são mulheres? Pois é, aos poucos elas foram adotando essa modalidade de ensino e hoje praticamente dominam o território!

O grande diferencial do ensino a distância é poder conciliar melhor a faculdade com as tarefas do dia a dia. Com ele, o aluno pode escolher o horário mais conveniente para estudar e desenvolver as tarefas de acordo com a sua rotina.

É a modalidade que mais cresce no Brasil, superando o modelo tradicional em aumento de novas matrículas.

Entenda porque tantas mulheres aderiram ao EAD e como você também pode fazer um curso a distância!

 

Mulheres no ensino a distância

Um estudo realizado pela Educa Insights revelou a forte participação das mulheres no ensino a distância no Brasil.

Ao todo, 67% de todos os estudantes de EAD são mulheres! Os homens correspondem aos 33% restantes. Para se ter uma ideia mais clara, podemos dizer que elas representam mais do dobro da quantidade de homens presentes em cursos a distância.

Do total de estudantes de EAD, quase metade (41%) tem entre 31 e 40 anos. Ou seja: são pessoas que buscam uma segunda graduação ou não conseguiram entrar na faculdade antes, por motivos diversos, e estão fazendo um curso superior para se colocar melhor no mercado.

E se você pensa que o perfil da mulher que está fazendo EAD é o da típica dona de casa, enganou-se. Pela pesquisa, a quase totalidade dos alunos de cursos a distância têm trabalho remunerado – 87%, para ser mais exato. Do total, 83% são responsáveis por bancar a própria mensalidade.

A maioria escolhe fazer EAD por causa da flexibilidade de horários e do preço mais acessível das graduações.

 

Perfil dos estudantes de EAD

A pesquisa da Educa Insights traz outros dados interessantes sobre o perfil de quem escolhe o ensino a distância. Conheça alguns:

-85% vêm de escola pública.

-Os itens que mais valorizam na EAD são o uso de vídeo-aulas, encontros presenciais e materiais didáticos.

-45% têm entre 16 e 30 anos.

-14% têm mais de 40 anos.

E quem pensa que EAD é moleza, a pesquisa vem para desfazer essa ideia. Veja alguns dados que quebram esse mito:

-66% estudam de 3 a 5 dias por semana.

-Para maior parte, esses estudos consomem entre 2 e 4 horas por dia.

-62% estudam à noite, sozinhos.

-90% dos que fazem um curso EAD estudam de casa.

Se você está em dúvida entre fazer um curso EAD e um presencial, saiba que a grande maioria dos alunos de EAD (75%) também passou pelo mesmo dilema. No entanto, quem escolheu estudar a distância está feliz com a decisão e recomendaria a instituição onde estuda para um amigo.

 

Afinal, o que o EAD tem de tão bom?

O ensino a distância é uma excelente alternativa para aqueles que preferem estudar no seu ritmo, encaixando a faculdade na sua rotina (e não o contrário).

Para se dar bem nesses cursos é preciso ter uma certa familiaridade com a tecnologia – o que também não é nenhum bicho de sete cabeças. Tudo acontece pela internet, em um ambiente próprio oferecido pela faculdade. As aulas e materiais didáticos podem aparecer em formato de vídeos, documentos e apostilas digitais, que ficam à disposição do aluno 24 horas por dia.

Essa, aliás, é outra grande vantagem do EAD: poder acessar o conteúdo na hora que for preciso, de qualquer lugar – desde que esteja conectado à internet.

Com a melhora da nossa infraestrutura de redes e banda larga, as aulas estão ficando cada vez mais interativas. Muitas vezes dá para acompanhar a transmissão ao vivo de casa e interagir com o professor como se estivesse em sala de aula.

Quanto ao diploma, pode ficar tranquilo. Ele tem a mesma validade de um diploma de curso tradicional e vai ser aceito tanto na disputa por uma vaga de emprego mais qualificada quanto para ingressar em pós-graduações ou fazer concursos públicos.

No entanto, é preciso observar se a instituição de ensino é credenciada pelo Ministério da Educação (MEC) e está autorizada a oferecer o curso. Só assim o diploma – seja ele EAD ou presencial – terá validade.

 

Quanto custa fazer um curso a distância no Brasil

Outra boa vantagem do EAD são os preços. De acordo com a pesquisa da Educa Insights, o brasileiro que estuda a distância gasta, em média, R$ 260 com a mensalidade do curso.

Esse valor é cobrado por 43% de todas as instituições de ensino superior que oferecem EAD.

Se mesmo assim você achou a mensalidade salgada, saiba que dá para fazer um curso superior pagando ainda menos. A pesquisa aponta que quase 20% das faculdades têm cursos a distância com valores a partir de R$ 150.

Já os mais caros ficam entre R$ 300 e R$ 350, na média – embora seja possível encontrar cursos que custam muito mais do que isso. O segredo é pesquisar bem.

O que faz um curso ser mais caro ou mais barato é a infraestrutura que ele exige. Graduações mais específicas, como Engenharia, tendem a ser mais caras porque usam mais laboratórios e equipamentos, demandam visitas externas, etc.

Já as mais teóricas dispensam o uso desses equipamentos e tendem a custar menos.

 

Onde posso estudar a distância no Brasil?

Antes de fazer um curso a distância, você precisa observar pelo menos dois quesitos:

  1. A instituição é reconhecida pelo MEC?
  2. A instituição oferece polo de apoio presencial próximo à sua casa? Esse item é fundamental, já que você precisará se deslocar até esses polos algumas vezes por semestre para apresentar trabalhos, fazer provas finais, participar de atividades de laboratório ou grupos de estudos. O MEC exige que no mínimo 20% da carga horária do curso EAD seja feita de forma presencial.

Muitas universidades oferecem polos de apoio presencial em todo o País, permitindo que mesmo aluno de locais mais distantes tenham oportunidade de estudar a distância.

Confira algumas instituições reconhecidas e bem avaliadas pelo MEC que oferecem cursos a distância pelo Brasil:

Universidades Privadas:

-Universidade Estácio de Sá (UNESA)

-Universidade Norte do Paraná (UNOPAR)

-Centro Educacional Anhanguera (ANHANGUERA)

-Universidade Cruzeiro do Sul (UNICSUL)

-Universidade Cidade de São Paulo (UNICID) 

 

Instituições Públicas:

-Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)

Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF)

Universidade Federal de Rondônia (UNIR)

Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)

Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG)

 

Veja também:

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O que achou da presença feminina no EAD? Conte para a gente nos comentários!

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